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Executiva analisa o fluxo de demandas para o transporte rodoviário de cargas com a chegada do final

Cenário atual é positivo e as transportadoras se mantêm otimistas para o desfecho nessa reta final

Foto: banco de imagem/Canva


O transporte rodoviário de cargas registrou, no primeiro semestre de 2022, uma crescente contínua pós-período pandêmico e com as variantes políticas. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2021 houve um crescimento de 11,4% do setor de transportes, número acima da expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do país, que foi de 4,6%. Para 2022, a estimativa do mercado, refletida no Boletim Focus do Banco Central, é de uma expansão de 1,93% do PIB brasileiro.

Com esse novo recorde, o reflexo obtido com a expansão do transporte de cargas no modal rodoviário muito se deu pelo excelente desempenho do agronegócio, com uma produção de 16,73 milhões de toneladas de grãos em 2022 – aumento de 9% frente à safra anterior – e também pela interiorização da produção, ampliando as rotas para as transportadoras. A lista de produtos que são transportados diariamente no Brasil é extensa, como no caso dos bens de consumo, máquinas, siderúrgicos, químicos, combustível, entre outros.


Além disso, com os bons resultados para o transporte rodoviário de cargas, empresários do setor se mostram otimistas com as demandas nessa reta final. É o caso de Gislaine Zorzin, diretora administrativa e de novos negócios da Zorzin Logística, transportadora de químicos e outros serviços: “A expectativa de operações em 2022 está sendo muito positiva até o momento. Novas operações chegaram para a Zorzin desde outubro, e isso nos anima para iniciarmos as novas no início do ano. Estamos muito confiantes com as demandas até o primeiro semestre de 2023. Creio que teremos um final do ano melhor que o anterior”.


Contudo, esse aumento não foi tão significativo no ano passado, quando a pandemia afetou diversos setores, inclusive o de cargas, que conseguiu se manter ativo. Com isso, Gislaine comenta: “Todo final de ano, historicamente, temos um aumento de demanda. No ano passado, não sentimos muito esse acréscimo justamente pela situação pandêmica. Porém, com o avanço na diminuição dos números da doença no Brasil, entramos em 2022 prevendo essa melhora e já começamos a nos preparar para atender a essas novas solicitações que as transportadoras de químicos, como a Zorzin, enfrentariam. Desde então, investimos em contratações para atender todos os nossos clientes”, pontua a executiva.


Contando com essa perspectiva da procura de clientes no fechamento de novas operações para as transportadoras, Gislaine completa: “O investimento deve ser mútuo dentro das nossas equipes, por isso estamos contratando tanto motoristas e ajudantes quanto para a nossa área administrativa para conseguirmos manter esse fluxo funcionando, principalmente no final do ano”.


“Sabemos que qualquer aumento do PIB reflete diretamente no setor rodoviário de cargas, porém – apesar de tudo que está acontecendo no cenário político, nacional e até mundial, principalmente relacionado à pandemia, tendo um possível retorno de novas medidas de controle este ano para o ano que vem – acho que 2023 vai ser um ano excelente. Para Zorzin, uma transportadora de químicos, contêiners, veículos, dentre outros serviços, já vislumbramos uma expectativa bem alta para as nossas operações com base nos itens que transportamos, e creio que esse crescimento será refletido no setor como um todo, porque no transporte de cargas tem oportunidade para todo mundo”, finaliza.

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